A OBRA DE MARIA ZÉLIA ROUQUAYROL

Epidemiologia
& Saúde.

Um espaço para conhecer e divulgar a obra de Maria Zélia Rouquayrol e sua contribuição ao ensino da epidemiologia e da saúde pública.

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ROUQUAYROL8ª EDIÇÃO

Capa original da 8ª edição de Rouquayrol — Epidemiologia & Saúde, organizada por Maria Zélia Rouquayrol e Marcelo Gurgel.

Organização: Maria Zélia Rouquayrol
e Marcelo Gurgel.

MedBook · ISBN 9788583690290
PREVENÇÃO NO COTIDIANOConteúdos de prevenção10 guias para entender os cuidados, um roteiro para a UBS e orientações para buscar apoio.Abrir guias e ferramentasRecolher conteúdos

Escolha um tema para entender os cuidados e organizar suas dúvidas para a UBS.

Materiais complementares produzidos para este site. Não são transcrições do livro nem textos atribuídos aos organizadores ou colaboradores.

Conhecer é um
começo.

Algumas condições evoluem sem sintomas.
Escolha um tema e entenda o que conversar
com sua equipe de saúde.

GUIA 01 / 10

Coração e circulação

Pressão alta pode não dar sinais. Acompanhamento importa mesmo quando você se sente bem.

Ilustração de um coração e uma linha de pulso.

Aferir a pressão com técnica adequada e interpretar os resultados com a equipe ajuda a identificar a necessidade de acompanhamento. Uma medida isolada não estabelece diagnóstico.

Se você já usa anti-hipertensivos, sentir-se bem ou medir pressão normal não é motivo para suspender. Leve dúvidas e efeitos adversos à consulta. Peça um plano de retorno e orientação sobre o que fazer se faltar medicamento.

Estas orientações são gerais. O acompanhamento depende da sua história e da avaliação da equipe de saúde.

Todos os guias · ler e compartilhar

Um passo possível.
É assim que começa.

Prepare uma conversa com a UBS, a Unidade Básica de Saúde do seu território. Um roteiro para levar suas dúvidas, necessidades e dificuldades.

Sem nome, CPF ou diagnóstico.
As respostas ficam apenas nesta página e desaparecem ao recarregar.

Não é avaliação de risco nem indicação de exames ou medicamentos.

01 / 03

O site não consulta filas, agenda atendimentos nem envia suas respostas para a UBS.

Se ficou difícil,
você precisa
de apoio.

Medo, falta de tempo, dinheiro ou desânimo podem dificultar o tratamento. Sua realidade importa.

Leve essa dificuldade à equipe. Juntos, vocês podem combinar uma alternativa viável. Não interrompa nem ajuste medicamentos por conta própria.

Organizar essa conversa

Explorar os dados de saúde

Alguns sinais
pedem urgência.

Ligar para o SAMU 192 ↗
  • Dor ou pressão no peito, falta de ar intensa ou desmaio.
  • Boca torta, dificuldade súbita para falar ou perda de força de um lado do corpo.

Não espere uma consulta agendada. Mesmo que melhorem, sintomas neurológicos súbitos precisam de avaliação imediata. No possível AVC, anote quando começaram. Não dirija sozinho.

A ausência desses sinais não descarta um problema grave. Em piora importante, procure atendimento. Fontes: Ministério da Saúde, AVC, Infarto e SAMU.

SAÚDE PÚBLICA EM PERSPECTIVA

Informação para compreender.

Consulte os indicadores disponíveis em 2026,
entenda as diferenças regionais
e encontre caminhos de prevenção.

Dados que orientam o cuidado

Fontes disponíveis em 2026 · cada indicador mantém seu período de referência

Fontes conferidas em

Escolha um tema para entender o número e encontrar um próximo passo de prevenção.

Diagnóstico médico referido

Hipertensão

29,7%

dos adultos entrevistados, após ponderação

Referência: 2024

Adultos de 18 anos ou mais · capitais e Distrito Federal

Relataram diagnóstico médico de hipertensão arterial.

Combine com a UBS como acompanhar a pressão e conversar sobre dificuldades com os medicamentos.

Abrir guia de prevenção
Entender este indicador

Inquérito telefônico com estimativas ponderadas para o conjunto das capitais e do Distrito Federal. Diagnóstico referido pelos participantes, sem aferição de pressão neste indicador; não é prevalência de todo o território brasileiro.

Fonte: Ministério da Saúde · Vigitel Brasil 2006–2024, pp. 131 e 133

Consultar todos os números e períodos
Indicadores consultados em outubro de 2026 · unidades e populações diferentes
TemaNúmeroO que medeReferência
Hipertensão29,7%Diagnóstico médico referido · dos adultos entrevistados, após ponderação · Adultos de 18 anos ou mais · capitais e Distrito Federal2024
Diabetes12,9%Diagnóstico médico referido · dos adultos entrevistados, após ponderação · Adultos de 18 anos ou mais · capitais e Distrito Federal2024
Mama feminina78.610Estimativa de incidência · casos novos estimados por ano · Mulheres · Brasil2026–2028
Colo do útero19.310Estimativa de incidência · casos novos estimados por ano · Mulheres · Brasil2026–2028
Cólon e reto53.810Estimativa de incidência · casos novos estimados por ano · Homens e mulheres · Brasil2026–2028
Pneumonia · 85+743,1Taxa de mortalidade · óbitos por 100 mil pessoas de 85 anos ou mais · Pessoas com 85 anos ou mais · Brasil2025 · preliminar

Os indicadores têm populações, métodos e unidades diferentes e não formam um ranking. Hipertensão e diabetes: diagnóstico referido no Vigitel, nas capitais e no Distrito Federal. Câncer: casos novos estimados pelo INCA para cada ano de 2026–2028. Pneumonia: mortalidade de pessoas com 85 anos ou mais, em 2025.

Baixar tabela com fontes (CSV) ↗

Como ler a mortalidade de 2026. O SIM disponibiliza a 2ª prévia de 2026, atualizada em 09/10/2026. O ano está em curso: registros são incompletos e sujeitos a revisão. Não há aqui um total anual consolidado de mortes de 2026. Consultar a prévia oficial ↗

Consulta de fontes: 18/10/2026. Estimativas, dados preliminares e simulações estão identificados. Atualização editorial, sem alimentação automática.

Por trás do cuidado,
há um sistema.

Gargalos, desigualdades e caminhos para a prevenção. Uma análise para cidadãos, profissionais e gestores.

Revisão editorial e de fontes: 18/10/2026 · Dados históricos identificados por ano.

01 · O que os números permitem afirmar

A estimativa de 3 a 3,5 milhões de mortes preveníveis em quatro anos não está validada neste estudo. Não foram fornecidos os anos, a lista de causas, a faixa etária ou a extração do SIM. Em outubro de 2026, 2026 é um ano incompleto. Não se deve projetar um total nacional a partir dessa premissa.

“Evitável” é uma classificação populacional sensível à lista adotada, às idades e às intervenções disponíveis; não significa que cada morte seria individualmente impedida. O DATASUS oferece tabulação específica de causas evitáveis entre 5 e 74 anos. Mortalidade prematura por DCNT, por sua vez, utiliza o recorte de 30 a 69 anos e grupos próprios de causas. São indicadores diferentes. [1–2]

Pneumonias são infecções, não DCNT. Hipertensão é doença e fator de risco para infarto, AVC e lesão renal. Somar mortes atribuídas à hipertensão às mortes cardiovasculares sem definir causa básica versus causas múltiplas pode duplicar eventos. O conjunto de condições solicitado é usado aqui como prioridade de cuidado, não como ranking validado.

Protocolo para validar o total: selecionar quatro anos completos com situação de consolidação verificada; tabular residentes por causa básica e lista brasileira de evitabilidade; registrar códigos CID-10 e idades; calcular proporção sobre todos os óbitos da mesma população; calcular taxas por 100 mil com denominadores IBGE compatíveis e padronização etária. Estratificar por região, sexo, raça/cor e escolaridade, mantendo ignorados visíveis. Fazer análise de sensibilidade para pandemia, sub-registro e causas mal definidas. Esta página não fez essa extração.

02 · Onde a linha de cuidado se rompe
  • Hipertensão, doença isquêmica e AVC: cadastro sem seguimento ativo, medidas de pressão inadequadas, consultas apenas para renovar receita e demora para reavaliar controle comprometem prevenção. Após evento agudo, falhas de contrarreferência interrompem a prevenção secundária. ECG, transporte e rede hospitalar resolutiva importam na urgência.
  • Diabetes: monitoramento clínico e laboratorial descontínuo, dificuldade de acesso a insumos e educação insuficiente para uso seguro de insulina aumentam risco de descompensação. Encaminhar todos ao especialista sobrecarrega a rede; casos estáveis podem ser acompanhados pela APS, com apoio especializado conforme necessidade.
  • Pneumonias: lacunas de vacinação conforme calendário e elegibilidade, fragilidade, exposição ambiental e reconhecimento tardio da gravidade se combinam. A APS precisa de avaliação oportuna e transferência dos casos graves; antibióticos não devem ser recomendados indiscriminadamente.
  • Mama, colo do útero e colorretal: fazer um exame não encerra o cuidado. Resultado não comunicado, demora para biópsia, anatomopatológico ou tratamento e perda de seguimento podem neutralizar a detecção precoce. Rastreio de assintomáticos e investigação de sintomas precisam de fluxos distintos.
  • Regulação: encaminhamentos incompletos, prioridades não revisadas, duplicidades, falta de transporte e agendas sem comunicação dificultam o acesso. SISREG é uma ferramenta, não uma fila nacional única nem a causa isolada dos atrasos. Existem sistemas locais e e-SUS Regulação. Integração com a APS, oferta regional e gestão clínica da fila são essenciais. [3]

São mecanismos de falha a investigar em cada território, não uma auditoria que comprove sua presença em toda unidade do SUS. Uma fila menor também pode refletir demanda reprimida ou exclusão; não basta medir seu tamanho.

03 · Adesão, condições de vida e fatores psicossociais

Adesão é um resultado compartilhado entre pessoa, tratamento, equipe e contexto. Trabalho informal e horários rígidos elevam o custo de faltar ao emprego; transporte, insegurança alimentar e responsabilidades de cuidado limitam a execução das orientações. Prescrição disponível não equivale a tratamento acessível.

Doença assintomática favorece a percepção “se não sinto nada, não preciso tratar”. Efeitos adversos e experiências negativas podem alimentar desconfiança. Insulina pode ser associada a gravidade, fracasso pessoal ou medo de agulha e hipoglicemia. Exames íntimos podem despertar vergonha, medo de diagnóstico, experiências traumáticas e receio de discriminação. Depressão, sofrimento persistente e sobrecarga podem reduzir energia, organização e continuidade.

Resposta prática: perguntar o que importa à pessoa, explorar crenças sem confronto, explicar benefícios e efeitos adversos, pedir que ela explique com suas palavras o plano, combinar uma meta viável e oferecer retorno. Simplificação do esquema é decisão clínica. Apoio farmacêutico, psicologia, assistência social e ACS podem reduzir barreiras. Lembretes são complementares: não resolvem desabastecimento nem ausência de renda. [4–5]

04 · Desigualdade regional: comparação sem inferência indevida

Referência atual: mortalidade prematura por quatro grupos de DCNT, 30–69 anos, por 100 mil, em 2025 · dados preliminares. Valores informados no Relatório Anual de Gestão 2025 do Ministério da Saúde. Não é proporção de mortes evitáveis. [2]

Dados preliminares de 2025 · Ministério da Saúde, RAG 2025, p. 45
RegiãoTaxa por 100 milHipótese de barreira a investigar localmente
Norte249,82Dispersão territorial, transporte fluvial e acesso à atenção especializada.
Nordeste255,98Deslocamentos do interior às referências e desigualdade de renda e oferta.
Centro-Oeste251,62Concentração de serviços em capitais e longos deslocamentos intermunicipais.
Sudeste267,41Oferta concentrada, com barreiras em periferias e diferenças de acesso entre serviços.
Sul261,31Distâncias rurais e desigualdades entre municípios, apesar da oferta em polos.

O padrão varia conforme a doença e o indicador. O relatório informa taxas maiores de diabetes no Norte e no Nordeste e de neoplasias no Sul e no Sudeste. Seus valores são preliminares. Como a seção consultada não detalha a padronização etária, não se assume comparabilidade direta com a série histórica anterior. Idade, exposição, acesso e qualidade do registro precisam ser considerados.

A Demografia Médica 2025 documenta distribuição desigual da força de trabalho [9], mas a tabela acima não mede correlação. Para estimá-la, vincular município/ano do SIM a CNES (carga horária e oferta SUS, não apenas equipamentos existentes), cobertura e continuidade da ESF, distância às referências e tempos de espera. Modelos ajustados por idade, renda, urbanização e qualidade do registro, com defasagem temporal, ajudam a testar associações. Associação ecológica não prova causalidade individual. As proporções regionais específicas solicitadas permanecem pendentes da tabulação do SIM.

05 · Quatro diretrizes de alto impacto
Diretriz e prioridadeExecução e responsávelPrazo inicial propostoIndicadores
1. APS com seguimento ativoSecretarias municipais e equipes ESF: listas de pessoas com hipertensão/diabetes, busca de faltosos por ACS, retorno por risco, revisão terapêutica e garantia de insumos.0–6 mesesContinuidade; pressão controlada entre acompanhados; desabastecimento; internações evitáveis.
2. Regulação com responsabilidade pelo percursoGestores regionais: qualificar encaminhamento, reavaliar prioridade, telessaúde entre profissionais, navegação e devolução do plano à APS. Garantir capacidade diagnóstica e terapêutica.3–12 mesesMediana e P90 de espera por risco; tempo até diagnóstico/tratamento; perdas de seguimento.
3. Prevenção organizada, com conclusão do cuidadoAPS, imunização e referências: convite ao público elegível, vacinação, rastreio de mama/colo conforme diretriz, registro do resultado e busca ativa de alterações. Colorretal exige capacidade de confirmação e tratamento.3–18 mesesCobertura elegível; resultados comunicados; investigação concluída; estágio ao diagnóstico.
4. Adesão com apoio material e psicossocialAPS, eMulti e assistência social: horários acessíveis, transporte pactuado, acolhimento de medos, plano simples e lembretes opcionais, com alternativa presencial.0–6 mesesBarreiras resolvidas; faltas; continuidade e experiência do usuário, por grupo social.

Prioridade para efeito mais rápido: continuidade do cuidado cardiovascular e resposta ágil à deterioração clínica. Ganhos de rastreamento sobre mortalidade exigem tempo e seguimento completo. Prazos acima são propostas de implantação, não promessas de redução de óbitos. Avaliar por território e vulnerabilidade para evitar que a melhora média amplie desigualdades.

06 · Cenários futuros e limites da projeção

Envelhecimento e crescimento da população podem elevar o número absoluto de mortes mesmo com queda das taxas. Interrupção de cuidado, exposição ambiental e desigualdade podem contrariar ganhos assistenciais. Uma projeção demográfica exigiria taxas por idade/sexo, populações projetadas do IBGE e intervalos de incerteza.

Simulação ilustrativa em cinco anos: índice inicial 100 de uma taxa padronizada hipotética. Manutenção anual: 100; redução anual de 2%: 90,4; redução anual de 4%: 81,5. Fórmula: 100 × (1 − redução anual)5. São hipóteses matemáticas, sem calibração epidemiológica; não preveem vidas salvas no Brasil e não representam efeitos comprovados das políticas propostas.

Avaliar implantação em 6–12 meses por acesso e continuidade; desfechos em séries plurianuais, com comparação adequada e controle de mudanças de registro. A redução não deve ser atribuída ao site sem avaliação. Esta ferramenta pode apoiar letramento, preparação de consulta e reconhecimento de urgência; não substitui acesso e qualidade assistencial.

TRANSPARÊNCIA EDITORIALFontes e limites
Este é o livro de Maria Zélia Rouquayrol?

Este site divulga a obra de Maria Zélia Rouquayrol e direciona à página da editora. Os guias, as ferramentas e as análises são materiais complementares produzidos para o site; não são transcrições do livro nem textos atribuídos aos organizadores ou colaboradores.

O que os gráficos de mortalidade mostram?

Taxas preliminares de mortalidade prematura entre 30 e 69 anos, referentes a 2025, informadas no Relatório Anual de Gestão 2025 do Ministério da Saúde. Abrangem doenças cardiovasculares, neoplasias, diabetes e doenças respiratórias crônicas. Não são contagens ou proporções de mortes evitáveis. A prévia do SIM de 2026 ainda não representa um ano completo.

Por que nem todos os indicadores têm referência em 2026?

Atualização do site e período dos dados são informações diferentes. O INCA estima casos novos por ano para 2026–2028. O Vigitel disponível nesta revisão traz resultados de 2024. O painel regional usa dados preliminares de 2025. O SIM disponibiliza a 2ª prévia de 2026, atualizada em 09/10/2026; não a tratamos como total anual consolidado. Cada número informa sua população e medida.

Como a CID-11 aparece neste conteúdo?

Como referência educativa para os novos temas de cuidado, com códigos da versão 2026-01 da OMS. Os dados históricos permanecem na classificação da fonte. Entenda a seleção e os limites.

Quem produz e revisa os conteúdos?

Os materiais complementares são preparados para este projeto com apoio de inteligência artificial e consulta às fontes indicadas. A data informa a revisão editorial e de fontes; não representa validação clínica independente. Informações educativas não substituem avaliação profissional.

  1. DATASUS · Mortalidade desde 1996 e causas evitáveis
  2. Ministério da Saúde · Relatório Anual de Gestão 2025, pp. 42 e 45 · DCNT preliminar
  3. Ministério da Saúde · Sistemas de Informação na Regulação do Acesso
  4. Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial, 2025 · adesão e cuidado
  5. Estudo SERVIDIAH · Qualidade da atenção a hipertensos e diabéticos na ESF (estudo local, não estimativa nacional atual)
  6. INCA · Detecção precoce do câncer de mama, atualização de 2025
  7. INCA · Detecção precoce do câncer do colo do útero
  8. INCA · Detecção precoce do câncer de intestino
  9. Ministério da Saúde / FMUSP · Demografia Médica no Brasil 2025
  10. Ministério da Saúde · AVC
  11. Ministério da Saúde · Infarto
  12. Ministério da Saúde · SAMU 192
  13. Ministério da Saúde · Pneumonia
  14. Ministério da Saúde · Linha de cuidado do diabetes mellitus tipo 2
  15. Ministério da Saúde · Doenças Renais Crônicas
  16. Ministério da Saúde · Linha de cuidado da doença renal crônica, orientação ao paciente
  17. Ministério da Saúde · Asma
  18. OMS · Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC)
  19. Ministério da Saúde · Tuberculose
  20. OMS · Obesidade e sobrepeso
  21. OMS · CID-11 para Estatísticas de Mortalidade e de Morbidade, versão 2026-01
  22. Ministério da Saúde · Nota Técnica 91/2024, transição para a CID-11
  23. INCA · FIT no rastreamento de câncer de intestino, atualização de 21/05/2026
  24. Ministério da Saúde · Vigitel Brasil 2006–2024, hipertensão e diabetes
  25. INCA · Estimativa 2026: casos novos por ano no triênio 2026–2028
  26. Ministério da Saúde · Pneumo 20 para pessoas com 85 anos ou mais, setembro de 2026
  27. Ministério da Saúde · SIM 2026, 2ª prévia atualizada em 09/10/2026

Fontes conferidas em 18/10/2026. INCA: estimativas anuais 2026–2028. Vigitel: referência 2024. Mortalidade regional: 2025, preliminar. SIM 2026: 2ª prévia, atualizada em 09/10/2026. Não há atualização automática. Informações gerais não substituem avaliação individual. O rastreamento depende de idade, histórico, risco e diretrizes locais. Não há parceria institucional implícita com o Ministério da Saúde.

AUTORES E LEGADO

Maria Zélia Rouquayrol, Marcelo Gurgel e os colaboradores das edições.

Maria Zélia Rouquayrol sorrindo, em retrato em preto e branco do arquivo da família.
Arquivo da família · publicado pelo Sindojus-CE (nova aba).

IN MEMORIAM 1931–2025

Maria Zélia
Rouquayrol.

Uma vida dedicada à epidemiologia.

Professora emérita da Universidade Federal do Ceará, pesquisadora e uma das organizadoras de Epidemiologia & Saúde. Sua trajetória une ensino, investigação e compromisso com a saúde pública.

Maria Zélia faleceu em 13 de fevereiro de 2025, aos 93 anos. Sua obra segue presente na formação de profissionais e na memória de alunos, colegas, amigos e familiares.

PARA ASSISTIR · CETV · 2013 · 6 MINZélia e o Troféu Sereia de OuroAssistir no Globoplay
Homenagens e registros 11 referências para conhecer sua trajetória

Notas de pesar, homenagens em vida e reconhecimentos póstumos. Cada registro identifica a instituição e a publicação de origem.

Tributos e notas de pesar

Homenagens e registros de sua trajetória

Fontes consultadas em 18/10/2026. Referências biográficas: Abrasco, Sesa e Wikipédia. Os resumos são textos de apresentação do site; os registros completos estão nas fontes originais.

Retrato em preto e branco do professor doutor Marcelo Gurgel Carlos da Silva.
Retrato publicado pelo Instituto do Ceará.

HOMENAGEM EM VIDA

Marcelo
Gurgel.

Prof. Dr. Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Responsável pela continuidade de Epidemiologia & Saúde.

Professor titular da Universidade Estadual do Ceará e doutor em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo, Marcelo Gurgel reúne docência, pesquisa e experiência em epidemiologia e economia da saúde.

Parceiro de Maria Zélia Rouquayrol na organização da sétima e da oitava edições, é hoje responsável pela continuidade da obra. Esta homenagem reconhece sua dedicação à formação em saúde e à preservação do projeto editorial construído por Zélia.

Trajetória e fontes

AOS COLABORADORES DAS EDIÇÕES

Uma obra construída
por muitas mãos.

Aos autores de capítulos, pesquisadores, docentes, revisores e profissionais editoriais que contribuíram para as diferentes edições de Epidemiologia & Saúde, nosso reconhecimento. Cada participação integra a história e a construção coletiva desta obra.

Os créditos de cada volume identificam seus participantes e suas respectivas contribuições.

Consultar a 8ª edição na MedBook